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FIFA Fantasy 2010 - Liga Seu Madruga Veste Preto

segunda-feira, 12 de julho de 2010


Mudam as competições, o resultado não.

A vitória do futebol.




A imagem acima, emoldurada na eternidade, finaliza a Copa do Mundo de 2010. Venceu o melhor, o que nem sempre acontece no futebol. Como apaixonado por futebol que sou, guardo alguns times na memória. Times que marcaram, que se mostraram diferente dos demais. Lembro com saudades do São Paulo de Telê Santana, da geração Parmalat do Palmeiras e de ter visto do estádio a dupla dos meus dois maiores ídolos, Ronaldo e Romário, jogando lado a lado em um Brasil x Polônia no estádio Serra Dourada. Guardo no meu baú de nostalgias a França do maestro Zidane, o santos de Diego e Robinho, o Cruzeiro da Tríplice Coroa, o Grêmio de Paulo Nunes e Jardel,  o Vasco do iluminado Edmundo, a Holanda de Dennis Bergkamp, o Barcelona de Ronaldinho Gaúcho, o Corinthians de Marcelinho Carioca, o Inter de Fernandão e Sóbis, a Dinamarca de Laudrup e Schmeichel  e mais recentemente, e por pura pacionalidade, o Flamengo de Adriano e Petkovic. Hoje a Espanha entrou pra esse seleto grupo. Confesso que poucas vezes ví um time jogar um futebol tão bonito e que me agrade tanto quanto o praticado pela Fúria nessa copa. A final de 2006 ainda estava entalada. A França de Henry, Vieira, Ribery, Thuram e do genial Zidane não deveria ter perdido aquele dia. O título Francês encerraria de forma gloriosa a carreira de um dos maiores jogadores da história do futebol. Zidane terminou como vilão. Por algum motivo que a lógica desconhece, os Deuses do futebol não quiseram esse final hollywoodiano. O time italiano venceu, mas não me convenceu. A Copa de Buffon, Cannavaro e Pirlo foi sem dúvida impecável, mas não se compara ao desfile promovido por Zidane nos jogos contra Espanha, Brasil e Portugal. Senti que naquele dia o futebol perdeu, assim como me sentiria caso a Holanda conquistasse o título no dia de hoje. A Holanda teve 3 gerações geniais, inesquecíveis. A geração de Kroeff, que perdeu injustamente os mundiais de 74 e 78, apesar de nesse último o craque holandês não ter atuado, a geração campeã europeia com Van Basten, Gullit e Rijkaard em 88, e a seleção que terminou em 4º Lugar a Copa de 98, com Bergkamp, Kluivert, Zenden, Cocu, Stam, Overmans, Seedorf, Davids e os irmãos de Boer. Não seria justo que depois de seleções memoráveis como essas já citadas, a Holanda chegasse ao título com um time de brucutus como esse visto em 2010. O talento inegável de Sneijder e Robben foi pouco para levar a laranja à glória. O Vice-Campeonato ficou de ótimo tamanho, uma vez que ao meu ver a seleção alemã era bem superior ao time holandês.
A Copa da África deixará saudades. A Vuvuzela, o Polvo e a Jabulani. O Soccer City e todos os outros estádios deslumbrantes. O choro brasileiro mais uma vez nas quartas, a mão de Suarez, a dança de Gyan e o gol de Iniesta. A nova cara do futebol Alemão, a volta de Maradona a uma copa do mundo, os lances polêmicos e até mesmo o pé frio do Mick Jagger. O quase record de gols do Klose, o choro de Casillas, a despedida de Galvão Bueno e o sorriso de Mandela. Todas lembranças que levarei de mais um mundial. Inesquecível  e marcante como todos os outros. 
Me emocionei hoje ao final do jogo quando o telão do Soccer City agradeceu a África do Sul e estampou a frase: "Nos vemos no Brasil." 
Faltam 1460 dias para a copa 2014, a nossa copa. Parece muito, mas passa rapidinho. Eu não vejo a hora.

Özil diferenciado.

sábado, 10 de julho de 2010


Mulheres: EEEEEEEEEEEca! Porco!
Homens: Joga muito!



A Copa é um Ciclo.

terça-feira, 6 de julho de 2010


O Brasil ganhou a copa do mundo em 1994. Antes disso, sua última conquista do título foi em 1970. Se você somar 1970 + 1994 = 3964.
A Argentina ganhou sua última copa do mundo em 1986. Antes disso, só em 1978. Somando 1978 + 1986 = 3964.
Já a Alemanha ganhou a sua última copa em 1990. Antes disso foi em 1974. Somando 1990 + 1974 = 3964.
Seguindo esta lógica, poderia se ter adivinhado o ganhador da copa do mundo de 2002, pois este teria que ter sido o vencedor da copa de 1962! Conferindo: 3964 – 2002 = 1962, cujo ganhador da copa 1962 foi o Brasil!
Realmente, a numerologia parece funcionar… E quem deverá vencer a copa do mundo de 2010 na África do Sul? Resposta: 3964 – 2010 = 1954. E quem ganhou em 1954?….  Alemanha !!

Fonte: http://www.naosalvo.com.br

A Crônica do fracasso anunciado: Brasil 1x2 Holanda

sábado, 3 de julho de 2010

Depois de muito perambular pela internet, aí vai o melhor texto que exemplifica esse nó na minha garganta que não quer passar.
4 anos é muito tempo! :/


Menos Felipes, Klébersons, Josués.

Os erros de Dunga.

sexta-feira, 2 de julho de 2010



Criticar depois é fácil. Por isso relembro o texto  postado aqui no blog na data de: 17 de maio de 2010.

Os erros de Dunga.
Os resultados do técnico Dunga frente a seleção brasileira são incontestáveis. Campeão da Copa América, Campeão da Copa das Confederações e 1º colocado das Eliminatórias. Irrepreensível.
Porém, algumas críticas são inevitáveis ao analisar essa lista de 23 jogadores que vão para o mundial.

Grafite é um bom atacante. Forte, goleador. Teve boas passagens pelo Santa Cruz, Grêmio e Goiás. Foi campeão Brasileiro, da Libertadores e do Mundial pelo São Paulo. Porém, desculpando a franqueza, não é jogador de seleção, muito menos de Copa do Mundo. Se acontecer de perdermos o Luís Fabiano por alguma lesão ou suspensão, não será esse jogador que resolverá nosso problema. Grafite tem apenas 2 convocações para a seleção. Estaríamos muito mais bem servidos com jogadores como Fred, Tardelli, Kléber, Neymar, e até mesmo o indisciplinado Adriano, que depois de 1 mês de preparação, sem funk e cerveja, chegaria muito bem ao mundial e poderia nos ajudar muito mais.

O Doni é uma piada de mau gosto. Reserva da Roma, nunca deu pra entender muito bem a confiaça do técnico Dunga nesse jogador. Tecnicamente comum, introspectivo e já com os seus 30 anos, esse nome é com certeza um grande equívoco. A injustiça com o excelente Victor do Grêmio foi inexplicável.

Gilberto é um craque. Se tivesse nascido em outro país, com certeza seria ídolo absoluto com 10 e faixa. Técnico, disciplinado, inteligente. Nada contra sua convocação, a não ser pelo fato deste mesmo jogador ter sido ignorado pelo técnico Dunga por 2 anos, e ter sido lembrado somente agora na reta final. Já o desconhecido Michel Bastos, esse sim deve ser agenciado pelo mesmo empresário do goleiro citado acima. Não se pode levar um jogador para uma copa tendo o testado apenas em 3 jogos amistosos. É ridículo. O talentoso Marcelo foi retirado da seleção por ter sido deslocado da lateral para a ala no Real Madrid, mas na lista final vejo dois meias convocados para a lateral esquerda. Onde está a coerência? O que houve com o regular André Santos? Porque não dar chances ao Maxwell? Como um jogador titular do Ajax, da Inter de Mourinho e agora do impressionante Barcelona de Guardiola, não serve para a vaga carente do técnico Dunga ?
Por mais que não faça por merecer a algum tempo, Ronaldinho Gaúcho fará falta no mundial. Não pelo que ele tem feito, mas sim pelo que ele poderia fazer. A copa fica mais pobre sem ele. Triste pensar que um jogador da sua grandeza terminará a carreira com uma copa de 2002 como coadjuvante e uma atuação pífia em 2006. Mancha certa na carreira desse gênio da bola.

Seleção Brasileira com 7 volantes e 1 meia? Chore no túmulo Mestre Telê.

Os cometas passam de tempos em tempos. Todas as teorias estelares não conseguem prever com precisão quando e como virão. Neymar e Ganso são cometas. Incendiaram o futebol brasileiro. Encantaram a todos. São o exemplo mais bruto do que venha a ser o futebol brasileiro. É mágica pura. A presença deles traria uma identificação do torcedor com a seleção que se perdeu a tempos. Maradona foi deixado de fora da Copa de 78 por ter apenas 18 anos. A seleção argentina venceu a copa, o futebol perdeu. Talvez com a presença dele os argentinos não precisariam corromper o mundial para se classificarem. Faltou ao técnico argentino o mesmo que faltou para o técnico Dunga. Coragem, sensibilidade e visão.
 
...

Adicionais:
 
Felipe Melo, você é um moleque. Digno de dó.
Luís Fabiano, essa 9 é pesada pra você. 
Káká, grandes jogadores são feitos em copas do mundo. Você mais uma vez passou em branco. Fica um vazio eterno na sua carreira, medíocre em termos de seleção brasileira.
Robinho, acreditei que essa seria sua copa. Decepção como de costume.
Júlio César, melhor goleiro do mundo, mas falhou quando não poderia falhar. Isso não se apaga.

Correram, lutaram, se dedicaram. Inegável. Mas o Brasil só leva 5 estrelas no peito por conta do nosso talento nato. Talento esse que essa seleção nunca honrou. 
Resta esperar que a geração de Ganso, Neymar, Hernanes, Pato e Tiago Silva não nos decepcione dentro de casa em 2014.

A copa é das crianças.


"É você que ama o passado e que não vê que o novo sempre vêm."

Toda copa é a mesma coisa...
Sempre os chatos de gerações passadas ficam diminuindo os jogadores atuais e exaltando os que ficaram pra trás. Hoje assisti pela milésima vez o documentário: "Todos os corações do Mundo", sobre a Copa dos EUA em 1994. Sem medo de errar, aquela foi a minha copa. Romário, Hagi, Baggio, Taffarel, Pagliuca, Stoichkov, Brolin, Ravelli, Preud'home, Anderson, Maradona, Escobar, Valderrama, Bebeto, Maldini, Jorge Campos, Bergkamp, Caminero, Branco, Batistuta, Zubizarreta, Lalas, Milla, Salenko, Klinsmann, Jorginho, Baresi, Tony Meola. Eu poderia citar dezenas. Os ídolos da minha infância. Essa foi e sempre será a minha copa. Tinha apenas meus sonhadores 8 anos de idade e me lembro que desde então, já ouvia meus tios rabujentos e cascorudos reclamarem. Reclamavam do Branco, que pra mim era o maior batedor de faltas do mundo. Reclamavam do Parreira, e o Brasil seguia ganhando. Reclamavam do Zinho e ele me encantava sendo o primeiro a pedalar pra cima de um adversário.Diziam que a copa não tinha mais os craques de antigamente, quando eu me emocionava com jogadas mágicas a cada jogo. As cicatrizes deixadas pela geração das copas dos anos 80,  e da fatídica seleção de Lazaroni em 90, ainda estavam muito vivas no peito dos meus tios e de todos aqueles que viveram aquelas copas.  
Vibrei muito com a dupla Ronaldo e Rivaldo nas copas de 98 e 2002, sorri com as pedaladas do Denílson, os chutes de Roberto Carlos e as arrancadas do Cafú. Chorei de raiva quando ví nossa seleção de craques ser esmagada de forma passiva pela genialidade de Zidane em 2006. Tudo isso foi muito especial, mas não se compara a copa de 94. E foi vendo a impolgação das crianças ao assistir a copa desse ano, é que me dei conta que as copas inesquecíveis são as de quando ainda somos crianças. As crianças de hoje vão falar dessa copa assim como falo da de 94. Robinho, Villa, Ozil, Lugano, Messi, Júlio César, Káká, Forlan, Higuain, Lúcio. Esses serão os nomes que polvoaram os seus sonhos por muito tempo. 
Até quando crescerem e se tornarem críticos rabujentos e cascorudos, desapaixonados como tantos os outros, afinal, a copa é das crianças.

The Wizard of Ozil

domingo, 27 de junho de 2010

World Cup 2010 presentes: The Wizard of Ozil (O mágico de Ozil)


Ano de copa.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Recordar é viver.

Felipe Melo Facts

Depois de Sônia Abrão, Obina e Marcelo Dourado, foi a vez de Felipe Melo assumir a ponta dos tópicos do twitter com os seus incríveis facts:

#FelipeMeloFacts



  • Deus disse:"Faça-se a luz". Chuck Norris disse:"Peça por favor". E o Felipe Melo disse: "Calem a boca vocês dois!"
  • Felipe Melo gosta de mingau com canela.
  • Felipe Melo quando criança não ganhava carrinhos, ele dava
  • Felipe Melo não usa chuteira de travas pq senão nem tinha campo
  • Felipe Melo depois de ver a cotovelada do Kaka: "Amadores..."
  • Felipe Melo ligou para o SAC do seu cartão de crédito reclamando da cor. Ele queria o vermelho.
  • Misturei Activia com Felipe Melo e saiu uma cagada violenta.
  • A gestação do Felipe Melo era de gêmeos, até ele dar um carrinho no outro feto.
  • Uma vez deram pro Felipe Melo uma Ferrari, ele disse que não queria porque só gostava de carrinho.
  • Uma vez quando era criança, Felipe Melo teve seu sorvete derrubado por algumas crianças... isso foi somente uma vez....
  • Jogo de xadrez: Cristiano Ronaldo é a dama, Kaká é o bispo, Julio Batista é a torre, Felipe Melo e Pepe são os cavalos.
  • Depois das minas terrestres o maior causador de amputações de perna é o Felipe Melo.
  • O Jogo Mortal Kombat incluiu golpes do Felipe Melo em seus personagens
  • Após os treinos, alguns jogadores treinam cobranças de faltas, já Felipe Melo treina como cometê-las.
  • Quando o Felipe Melo nasceu, o médico foi dar um tapinha e ele deu um ARMLOCK no médico.
  • Felipe Melo aprendeu futebol na escolinha da família Gracie.
  • Uma vez Felipe Melo foi jogar JoKenPo com o presidente Lula. Ele tinha uma tesoura, e o Lula, 5 dedos.
  • Vai começar a parte preferida do Felipe Melo na Copa do Mundo: o mata-mata.
  • Quando Felipe Melo entra no treino os cones saem correndo.
  • O cartão de visitas do Felipe Melo é vermelho.
  • O Saci tinha duas pernas, isso antes de jogar futebol com Felipe Melo.
  • Felipe Melo joga o futebol arte...ARTE MARCIAL!
  • Apesar de não gostar de matemática, Felipe Melo adorava dividir sem deixar restos
  • Felipe Melo ganhou a primeira chuteira aos 4 anos. Aos 6 conheceu a bola.
  • Jack Bauer resolve tudo em 24 horas. Felipe Melo em 24 faltas...
  • Quando Felipe Melo derruba os adverssarios não é falta é IPPON.
  • O Felipe Melo foi expulso do UFC. Disseram que ele era violento demais.
  • Felipe Melo não é um "Dunga Jr.". É um "Dunga Jr. Baiano".
  • O Brasil fez 7 pontos na primeira fase. O Felipe Melo fez 14 só na canela do Cristiano Ronaldo. 

Fonte: http://garfieldmix.blogspot.com/2010/06/felipe-melo-facts.html

Dunga x Rede Globo

terça-feira, 22 de junho de 2010

Luiza Andreoli faz sucesso na seleção brasileira.

Ta aí a foto da irmã do CQC Felipe Andreoli, comentada e procurada pelo twitter depois da brincadeira de Robinho e Kaka depois do jogo contra a Costa do Marfim.


Pra quem não conferiu a brincadeira puxada pelo atacante Robinho, ta aí a reportagem na íntegra:

Dunga x Rede Globo

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Dunga x Rege Globo

O Jornal O Globo em sua primeira página da edição de hoje, quarta feira 16 de junho de 2010, desce a lenha na seleção e principalmente no seu treinador.
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Qual a razão dessa súbita mudança de comportamento ?
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Vamos aos fatos :
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Segunda feira, véspera do jogo de estréia da seleção brasileira contra a Coréia do Norte,
por volta de 11 horas da manhã, hora local na África do Sul.
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Eis que de repente, aportam na entrada da concentração do Brasil, dona Fátima Bernardes, toda-poderosa Primeira Dama do jornalismo televisivo, acompanhada do repórter Tino Marcos e mais uma equipe completa de filmagem, iluminação etc.
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Indagada pelo chefe de segurança do que se tratava, a dominadora esposa do chefão William Bonner sentenciou :
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“Estamos aqui para fazer uma REPORTAGEM EXCLUSIVA para a TV Globo, com o treinador e alguns jogadores...”
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Comunicado do fato, o técnico Dunga, PESSOALMENTE dirigiu-se ao portão e após ouvir da sra. Fátima o mesmo blá-blá-blá, foi incisivo, curto e grosso, como convém a uma pessoa da sua formação.
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“ Me desculpe, mas aqui não tem essa de “REPORTAGEM EXCLUSIVA” para a rede Globo. Ou a gente fala pra todas as emissoras de TV ou não fala pra nenhuma...”
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Brilhante !!! Pela vez primeira em mais de 40 anos, um brasileiro peitava publicamente a Vênus Platinada !!!
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“ Mas... prosseguiu dona Fátima - esse acordo foi feito ontem entre o Renato ( Maurício Prado, chefe de redação de Esportes de O Globo ) e o Presidente Ricardo Teixeira. Tenho autorização para realizar a matéria”.

“ Não tem autorização nem meia autorização, aqui nesse espaço eu é que resolvo o que é melhor para a minha equipe. E com licença que eu tenho mais o que fazer. E pode mandar dizer pro Ricardo ( Teixeira ) que se ele quer insistir com isso, eu entrego o cargo agora mesmo!”
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O treinador então virou as costas para a supra sumo do pedantismo e saiu sem ao menos se despedir.
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Dunga pode até perder a classificação, a Copa , seu time pode até tomar uma goleada,
mas sua atitude passa à história como um exemplo de coragem e independência.
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Dunga, simplesmente, mijou na Vênus Platinada ! Uma estátua para ele !!!
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João Ignácio Muller - JIM

Batman sem Coringa.

 

O homem que ama odiar

Entre os muitos tipos humanos sobre a Terra, há os que amam odiar. Viciam-se na ira e nos seus filhotes - o rancor, a mesquinharia, o isolamento, a grosseria, a amargura, o deboche. Os brasileiros estamos expostos a doses cavalares de hostilidade, professada com paixão inapelável por um personagem fundamental nesses dias de Copa: ele mesmo, Dunga. O técnico da seleção mergulhou no fel, e com ele conduz seus dias - e os nossos - na África do Sul. Privatizou a grife esportiva mais famosa da Terra como se a ele pertencesse exclusivamente e, embriagado de raiva, distribui estupidez por quem lhe cruza o caminho. E, o horror, contaminou nosso jogo.
A mazela vem de longe. Volante de estilo opaco e resultado eficiente, Dunga esculpiu, à custa de muita perseverança, trajetória vencedora no futebol. Suas pernas grossas, de pés excessivamente voltados para dentro, semicurupira dos pampas, o conduziram pelos campos do planeta em jornadas gloriosas, do Mundial de Juniores de 1983 à Copa do Mundo de 1994 e por vários clubes do Brasil e do exterior. Em todos os lugares, na vitória, no empate e na derrota, teve como companheiro o ódio difuso, dirigido a inimigos que só ele enxerga, e a quem vive para destruir.
O emblema dessa história está tatuado no ápice de sua trajetória. Capitão do tetra, subiu a tribuna do Rose Bowl, na Califórnia, para receber a Copa do Mundo - e emoldurou a cena com uma torrente de palavrões. Como bem observou o jornalista Marcelo Barreto, Bellini e Mauro ergueram a taça sobre a cabeça, Carlos Alberto a beijou, Cafu recebeu-a no alto do púlpito - Dunga a xingou. A vingança parecia, afinal, consumada, mas a luta recomeçou no instante seguinte, e não terminará jamais, por travada contra adversários que inexistem. Só ele não percebe.
Agora, empossado na seleção como antídoto heterodoxo para o veneno do descompromisso que, diagnosticaram os cartolas, matou o Brasil em 2006, o técnico neófito, de experiência zero, radicalizou a truculência. À razão de (muitas) patadas, ignora a torcida, despreza a alegria do DNA nacional e fecha-se na lógica mafiosa abrigada no tal grupo. Por ele, sacrifica o prazer do jogo, esmaga a beleza, massacra a paixão e tortura a plateia.
Tudo resultado de uma obsessão que remonta à adolescência do treinador, dedicada a antecessores dele na seleção, jogadores apaixonantes, mas, de canarinho, derrotados. Quis o destino que Zico, Falcão, Sócrates, Júnior, Leandro, Cerezo e outros não conquistassem título algum pelo Brasil - mas tivessem mesmo assim morada eterna no coração da torcida. Os brasileiros somos inapelavelmente apaixonados pela beleza que marca suas biografias em campo. Os lances de 1982 serão relembrados à eternidade, como os mais belos de uma equipe desde a maior de todas, a de 1970. Muito além do ganhar e perder, o time da Copa da Espanha é uma espécie de filho pródigo, que não dá certo na vida, mas vira o favorito.
Dunga não se conforma. Nos corredores dos bunkers pelo qual se esgueira no comando da seleção trancada, costuma repetir um bordão, como um humorista desinspirado: "Não ganharam nada, nem nas divisões de base!", berra, histriônico. O sujeito indeterminado é conhecido de todos: a geração de 1982. Está correto - a turma boa de bola perdeu dois Mundiais, pouco participou de Copas América, não existia a Copa das Confederações. Os prontuários dos alvos da obsessão viraram um prato cheio para a vingança do professor.
Só que a cruzada masturbatória cai no vazio da falta de adversários. Os perdedores da Espanha engoliram o choro, sublimaram a tristeza e seguiram seus caminhos. Esculpiram carreiras festejadas em clubes, são cultuados por torcidas variadas, acumularam títulos e fama, fortuna e prestígio. Engrossam sem desconforto as homenagens aos mais bem-sucedidos em Copas, porque a vida, afinal, é muito mais do que ganhar ou perder uma taça. Assim, para Dunga, sobra o nada como alicerce do rancor.
No verão europeu de 2006, a patologia emergiu num convescote em Munique. O hoje técnico, então comentarista de TV (entre jornalistas, que tantas urticárias lhe causam), era um dos convidados da festa de abertura da Copa da Alemanha, que tinha como ponto alto um desfile dos campeões do mundo. No saguão do Dorint Sofitel, cinco estrelas da Bayerstrasse, ao lado da estação ferroviária da capital da Baviera, reuniram-se lendas da bola como Bellini, Ghiggia, Paulo Cesar Caju, Breitner, Bebeto, Bobby Moore, Passarella. Num dado momento, Dunga interrompeu a conversa com o capitão de 1958, num carrinho verbal merecedor de cartão amarelo:
- Nem adianta procurar aqueles jogadores que vocês da imprensa adoram. Aqui só tem campeão! - vociferou, com o mesmo olho vidrado e sorriso trancado que exibe nas coletivas n'África.
(O hoje técnico reconheceu o blogueiro, então comentarista do Sportv e assumido defensor dos craques brasileiros. Daí a provocação, que desembocou na foto ao lado, com Bellini e o repórter Antonio Maria Filho.)
Alguns interlocutores ficaram sem entender, e o capitão do tetra seguiu em frente. Desfilou com os campeões na Allianz Arena, sem saber que, meses depois, assumiria a seleção brasileira. No cargo, as neuroses acentuam-se a cada dia. Ressurgem em flertes com regimes racistas e totalitários - "Não posso falar da ditadura pois não vivi aquela época, assim como não posso ficar falando da escravidão" -, que materializam, de lambuja, a triste ironia da barbaridade saída da boca do filho de uma professora. Teimam no elogio constrangedor (para quem ouve) a tiranos bandidos, como Robert Mugabe - "No Zimbábue, vi crianças uniformizadas, educadas".
Vivem na imposição de uma rotina que, de tão autoritária, conseguiu a proeza de incomodar a Fifa, entidade que está longe de ser um esteio da democracia. E Dunga levou pitos públicos, que o forçaram a afrouxar um pouquinho os grilhões dos craques brasileiros, o chamariz mais poderoso do negócio Copa. "Sim, a seleção é minha, porque não é a da maioria dos presentes", arriscou-se, já na África, no estilo que, agora, com a bola e os problemas rolando, virou uma muleta para ele. Nas entrevistas que é obrigado a conceder, ataca os jornalistas como estratégia para não tratar do que é pago para fazer. Bobo é quem cai na arapuca. Mas aqui, o treinador acumula uma ou outra vitória.
Os sintomas aparecem também nas escolhas que formaram sua lista. Agarrado a um punhado de jogadores inegavelmente vencedor, trancou-se a novidades que poderiam lhe facilitar a vida e proporcionar alguma felicidade ao distinto público. Levou um grupo sem opções de mudança, que joga todo igual, com variações mínimas.
A oferta de mudança radical tem nome e apelido: Paulo Henrique Ganso. É verdade que, num calendário espremido, não houve tempo para testar o jovem talento do Santos. Mas está longe de ser problema insolúvel para uma cabeça mais criativa. Dunga poderia ter se permitido conversar com o craque e seu técnico - Dorival Jr, profissional sério até prova em contrário - para saber da possibilidade de levá-lo. Poderia encontrar-se com o jogador uma, duas, dez vezes, e apostar. (A recente operação de joelho do inquilino da camisa de Pelé não serve como desculpa; o procedimento se deu apenas para aproveitar o intervalo na temporada.)
A lista da Copa é uma cabeçada de 23 jogadores. Se Ganso sucumbisse à pressão, ficaria lá, sujando roupa como figurante sem fala nos treinos, um kleberson qualquer. Se desabrochasse, seria candidato a solução. Mas não. Na filosofia de Dunga, improviso e mudanças de última hora estão permanentemente banidos.
O desempenho meia-bomba de Kaká na estreia ganhou, assim, status de trapaça da sorte, diante das escolhas do treinador. A seleção vai na força de quem sempre ganhou no jeito (até em 1994, com Romário e Bebeto), no retrospecto que faz os adversários hesitarem, no time da defesa sólida e ataque pedestre, vítima, entre outros, do autonaufrágio de Adriano - ausência que, aliás, é um acerto do professor. Pode perfeitamente ganhar, como o fez na Copa América de 2007 e na Copa das Confederações do ano passado. Aí, o técnico vai se dar bem na alta aposta que fez. Mais do que ninguém, não pode fracassar, sob pena de o mundo cair-lhe na cabeça.
Mas se o hexa vier, não resolverá. De novo, o eterno vingador vai blasfemar o mundo e as estrelas, os punhos cerrados como nos tempos em que corria atrás da bola. Batman sem Coringa, não descansará, para recomeçar sua luta sem fim nem sentido, de apaixonado pelo ódio.
Dunga pode ganhar, mas, por pecados que são todos seus, jamais conseguirá vencer.

Fonte: http://oglobo.globo.com/rio/ancelmo/chopedoaydano/

Zuando os argentinos

quinta-feira, 17 de junho de 2010

 
 


Créditos: Ducha Car.

Copa do Mundo de Lego

O site da federação alemã está disponibilizando no seu site oficial alguns momentos da copa ne versão dos tradicionais bonecos LEGO. Bem legal.



Coreio do Norte 1 x 0 Brasil

Na Coreia do Norte apenas desfiles militares podem ser transmitidos ao vivo. O ditador coreano permitiu a transmissão do jogo contra o Brasil, porém com alguns ajustes.
Confira a versão que os coreanos assistiram:

Ano de Copa

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Pra mim, falar de Copa, é falar de Romário.
Vale a pena relembrar uma das melhores entrevistas do baixinho para o genial Kajuru.

Copa do Mundo 2010

terça-feira, 8 de junho de 2010

Em tempos de futebol globalizado, sofremos com a falta de identificação dos torcedores para com os jogadores brasileiros que representam a seleção brasileira, uma vez que os mesmos atuam em sua grande maioria no futebol europeu. Sendo assim, é natural que os torcedores busquem essa identificação através da origem do jogador, pois sempre fica o carinho pelo clube e a torcida que o lançaram no início de carreira.
O madruguinha fez o levantamento dos clubes que revelaram ( o que é diferente de formar) os 23 jogadores que representarão nossa seleção na África. Cruzeiro e Flamengo são os recordistas com 4 atletas, (apesar que Ramires e Luisão não terem sido realmente revelados na toca) seguidos por São paulo, Santos, Internacional, Atlético MG, Botafogo SP, Figueirense, Ponte Preta, Santa Cruz, Goiás, Atlético PR, Fluminense e Bahia.


Flamengo - Júlio César, Felipe Melo, Gilberto e Juan.
Cruzeiro - Ramires(Joinvile), Maicon, Luisão(Juventus) e Gomes.
Santos - Robinho e Elano.
Internacional - Nilmar e Lúcio.
São Paulo - Káká e Júlio Baptista.
Atlético MG - Gilberto Silva.
Atlético PR - Kléberson.
Goiás - Josué (Clube Atlético do Porto)
Bahia - Daniel Alves.
Figueirense - Michel Bastos.
Botafogo de Ribirão Preto - Doni
Fluminense - Tiago Silva
Santa Cruz - Grafite
Ponte Preta - Luís Fabiano

obs.:
Dunga - Internacional.
Jorginho - Flamengo.